IDEOLOGIA? Não obrigado, eu quero é Cristo pra viver.

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IDEOLOGIA? Não obrigado, eu quero é Cristo pra viver.

E é com esta afirmação que eu inicio mais um episódio do Com a Palavra

— Graça e Paz! 

Eu sou o Pastor Miquéias Tiago. Teólogo, escritor, psicopedagogo, mestre capelão,  administrador de igrejas, fundador e professor no SIDME – Capacitação Eclesiástica e pastor auxiliar na Igreja Avivamento Pentecostal da Bíblia (sede)

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Agora, vamos para o nosso Com a Palavra de Hoje

IDEOLOGIA? Não obrigado, eu quero é Cristo pra poder viver.

Bom, se você gosta de música, sabe muito bem que esta frase faz referência a uma das músicas que marcaram o final dos anos 80.

Segundo algumas biografias, nem mesmo o Cazuza que é o autor e intérprete da música Ideologia, não sabia direito o que a palavra significava, mas que ao descobrir a sua existência achou interessante o seu significado e assim, sem demagogias, sabemos que compôs uma música realmente linda e interessante.

Mas o que estamos vivendo nos dias de hoje é muito mais do que uma poesia dos anos 80 poderia imaginar

Com tanta polarização das ideias e tantos lados descabidamente desconfortáveis, vemos que as pessoas estão cada vez mais apegadas a qualquer coisa que lhes traga algum tipo de segurança.

Mesmo que esta segurança seja inquestionavelmente perigosa.

Mas o que dizer sobre como podemos viver neste mundo de hoje, apenas confiando no Evangelho de Jesus Cristo, sendo que até mesmo muitos líderes cristãos estão se aliando a algum tipo de ideologia.

Bom, acredito que precisamos primeiro tentar entender o que é uma ideologia.

Ideologia, uma palavra um tanto complicada

Bom, de uma forma bem simplista, podemos dizer que ideologia seria um conjunto de ideias (pessoais ou grupais), seja em âmbito cultural, social, político, filosófico, entre outros.

Digo simplista, porque é uma palavra que encontra aplicação em várias áreas da filosofia, sociologia e política.

Alguns exemplos práticos de ideologias são por exemplo a meritocracia que se vale da conquista como mérito do esforço, ou a ideologia de gênero, que afirma que ser homem ou ser mulher não está vinculado ao sexo biológico, mas sim ao papel social que o indivíduo exerce.

Claro que aqui não estou discutindo a validade ou não destas ideologias, mas apenas apresentando, para que consigamos pelo menos ter um norte do que isso significa.

A capacidade do homem em inventar e propor certos conceitos é muito grande, principalmente se colocarmos em questão que tudo parte do princípio de que geralmente espera-se que o idealizador tenha, por consequência, o controle sobre tudo. 

Mas daí vem uma pergunta:

  • Então as ideologias são ruins?

Bom, a resposta, a meu ver, é que sim. E eu te explico o porquê.

O que pensar sobre ideologias

Toda ideologia parte do princípio da experiência pessoal de um indivíduo, ou grupo e que geralmente se considera superior aos outros indivíduos, ou  grupos  que se opunha a tudo o que foi proposto.

Não quer dizer que as propostas sejam também de todo ruins, mas na verdade, existe uma unilateralidade que acaba por não preencher lacunas, que se apresentam com o tempo mais do que necessárias para o seu preenchimento.

Ainda utilizando exemplos e de forma bem superficial, eu acredito que a anarquia, que é uma ideologia que se opõe a todo forma de governo e hierarquia, é completamente falha e que por si só gera mais colapso do que liberdade.

A própria história da humanidade demonstra que desde os tempos em que o homem entendeu que seria mais seguro e fácil viver em comunidade, formando assim as primeiras cidades, se notou também ser necessário que houvesse um certo controle, o que consequentemente formou lideranças e hierarquias.

A falta disso se provou perigosa até mesmo para a continuidade do homem como espécie.

Porque então o Evangelho de Jesus Cristo não é uma Ideologia?

Agora vemos aqui uma pergunta que eu gostaria de ter um pouco mais de experiência de vida para responder, certo?

Errado!

Esta é a beleza do Evangelho de Jesus Cristo, pois não se trata de um conjunto de ideias, ou de filosofias humanas a sua formação.

O Evangelho de Jesus Cristo se distingue até mesmo de todos os outros evangelhos que existiram, existem e existirão ainda.

Nos tempos modernos, encontramos o evangelho dos espíritos de Alan Kardec., por exemplo.

Nele, os Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) e princípios da moral e da religiosidade cristã são interpretados sob a ótica da Doutrina Espírita.

Muitos confundem este evangelho de Alan Kardec com os evangelhos da Bíblia, pois acreditam que se trata da mesma palavra de Deus que a Bíblia nos apresenta.

Mas só que não.

Este evangelho é dos espíritos, escrito por Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido pelo seu pseudônimo Allan Kardec.

O evangelho de Jesus Cristo se apresenta de forma bem diferente.

No evangelho de Mateus Jesus é apresentado como o Rei

Em de Marcos Jesus é apresentado como o Servo.

Já Lucas Jesus é apresentado como o Homem Perfeito.

O evangelho de João Jesus é apresentado como Filho de Deus

O verdadeiro Evangelho não se adapta ao pensamento humano, é o contrário. O homem é quem tem que se adaptar ao Evangelho de Jesus Cristo.

Mas não se engane, há muito tempo, muitos se auto proclamavam Cristo. Até mesmo o imperador César Augusto escreveu o seu evangelho.

Nele, era ensinado que César Augusto tinha trazido o novo tempo de paz e prosperidade e assim ele trazia a salvação a todos os povos que conquistava. Era a tal PAX ROMANA.

Eu só posso imaginar como ficava a cara do povo quando o opressor enviava os seus “evangelistas” dizendo que agora eles estavam a salvo do opressor, pois tinham sido conquistados e assim alcançaram a misericórdia de serem dominados por Roma.

A grande diferença entre o Evangelho de Jesus Cristo, os outros evangelhos e as ideologias é praticamente a mesma.

O Evangelho não se baseia no que o homem quer e anseia, que sua alma tanto almeja dominar, mas sim naquilo que o próprio Deus já fez por nós.

E quando eu digo já fez, isto repetidamente falamos, o sacrifício de Cristo não foi na Cruz, mas na eternidade.

O Evangelho de Jesus Cristo é eterno, toda ideologia é de momento

Há um algum tempo venho pensando em falar sobre o sacrifício de Cristo em um episódio separado aqui no Com a Palavra, mas acredito que não dá, pois se trata de um tema que não se esgota e é impossível não estarmos sempre falando deste tema por aqui

Em conceitos gerais a eternidade é algo que não tem início e nem fim e a linha do tempo se estende dentro da eternidade.

Já em conceitos teológicos, Deus é a própria eternidade, além do que ele governa a eternidade e nada pode existir fora dele. 

Ah e o tempo, se estende dentro da eternidade, sendo governado por Deus o seu início e o seu fim.

Nesta eternidade é que encontramos o verdadeiro sacrifício de Cristo. Ele não está preso no tempo e espaço, mas avança e retrocede como bem deseja.

Quando vemos a queda de Adão, sabemos que ali o homem tinha a possibilidade de não pecar. Era uma escolha.

Quem sabe o que teria acontecido, caso Adão não comesse do fruto proibido? 

Eu tenho uma teoria em que Adão não se rendendo à tentação, cumpriria assim a vontade de Deus e também traria Eva a redenção, pois foi diretamente ao homem e não a mulher, quem Deus ordenou que não comesse o fruto.

O pecado que culminou na condenação da humanidade à morte foi do homem e não da mulher.

Mesmo encontrando muitos teólogos categorizando Eva como a vilã da história, temos que nos lembrar que foi a acomodação de Adão, junto com sua pusilanimidade que culminaram na sua fraqueza e frouxidão.

Adão não foi o cabeça do lar. Não fez de Eva sua ajudadora, nem tampouco se preocupou em protegê-la de quaisquer perigos.

Jogou sobre ela responsabilidades que não lhe eram nem cabíveis, muito menos transferíveis.

Aceitou comer do fruto que bem conhecia e sabia pormenorizadamente das implicações que trariam caso consumisse o fruto.

Não acredito que tenha se valido de ver que Eva não havia morrido de imediato, para ter coragem de comer o fruto, mas sim que o mesmo sentimento de cobiça que envolveu o coração de Eva, tomou proporções ainda maiores e foi o que fez com que Adão fosse suficientemente covarde para desobedecer uma ordem expressa de Deus.

Sempre temos que voltar ao pecado original para explicarmos o que significa o sacrifício de Cristo. 

Isto porque, independente do quanto o homem peque depois, tudo só começa a ter sentido a partir daqui.

Não foi um grupo quem trouxe a condenação, mas exatamente tudo foi definido ali com o primeiro homem. Era de sua responsabilidade ter sido fiel até a morte, mesmo que nunca morresse.

Muitos teólogos argumentam que sair do Jardim do Éden foi o mais próximo que Adão sentiu do sentimento de perda quando saímos do ventre da nossa mãe. 

Pensamento sem sentido, talvez uma ideologia também

O que pra mim, realmente se torna até sem sentido, uma vez que nem eu, muito menos o meu círculo de amizades já se perceberam reclamando da falta que faz estar no ventre de sua mãe.

Acho engraçado quando uma criança, igual minha filha Lara já fez e recentemente Luiza tem feito, em que elas colocam almofadas na barriga, debaixo da camisa e ainda dizem que o neném vai nascer logo.

Na minha opinião, a dor que Adão sentiu quando foi expulso do Éden é realmente matéria que deve ser ignorada ao máximo. Valorizar o sentimento do pecador enquanto está sendo punido é caminho para se estabelecer uma doutrina de misérias e mendicância e não de misericórdia.

Agora, o quanto isso mexeu com Deus é tema de debate e conversas acaloradas sim.

Puxa vida, pensar que o homem pecar, faz com que o próprio Deus, criador do céus, da terra e de todo o universo, venha a deixar o esplendor de sua glória para que, em ato de misericórdia, se torne um homem comum, habite em meio a humanidade, com as mesmas fraquezas e com os mesmas limitações sujeito a todo tipo de tentações e perigos, é algo realmente impensável.

A confusão a respeito de Jesus piora pois muitos acreditam que ele fazia os sinais e maravilhas como se fosse um passe de mágica, ou simplesmente porque ele era Deus. Mas, nós vemos que ele mesmo revela que tudo o que ele fazia, qualquer um que crê faria também.

Eu sempre digo que morrer na cruz não foi o maior sacrifício, mas sim o que a própria Bíblia chama de escândalo da Cruz. 

E não pelo fato de ter sido crucificado pelado.

A vergonha da Cruz foi exatamente que, o tão esperado Messias, prometido por Deus e profetizado pelos seus profetas estava morrendo e ainda sendo uma morte pela cruz.

A morte de Cruz, mostrou-se muito eficaz para os romanos, tanto pelos custos, quanto pelo terror que impunha. 

Era o castigo perfeito. 

Ao mesmo tempo, para o judaísmo da época, jamais o Messias poderia morrer da forma como Jesus morreu. 

A Cruz era considerada revoltante e vergonhosa para os judeus, a crucificação  legitimava o domínio romano e fragilizava tudo o que fosse ao império.

Na mentalidade do judeu, o messias morrer numa cruz era o mesmo que humilhar a Israel sob o domínio romano.

E o Messias jamais daria esta humilhação para Israel, o povo escolhido de Deus.

Aqui nós podemos ver mais um tipo de ideologia. Uma que ensinava que o Messias iria entregar todo o domínio do mundo nas mãos de Israel. 

O que nos faz voltar a afirmar que toda ideologia se preocupa apenas em atender a um indivíduo, ou grupo interessado e não ao interesse de todos, como costumam ensinar.

É nessa atitude de Jesus que vemos também não se tratar o Evangelho de Cristo uma ideologia.

Jesus não foi um mártir, mas ele é o caminho da Salvação.

A morte na cruz, foi o catalisador utilizado para que pudéssemos nos aproximar de Deus.

Não pela sua brutalidade, ou pelo poder que a cruz exibia, mas pela realidade de que qualquer homem, independente de seu poder, jamais conseguiria livrar Jesus daquela morte.

Antes de até mesmo ser preso, Jesus afirma que se ele quisesse se livrar do que lhe aguardava, rogaria ao pai que enviasse doze legiões de anjos.

O que significa que o estrago seria muito maior do que aquela bomba atômica fez em Hiroshima, mas foi ele quem definiu que o que deveria acontecer, iria acontecer.

Se você observar, Jesus ao passar pelos julgamentos ele teve defensores, a ponto de a maior autoridade humana presente no local ter somente como única opção lavar as mãos.

Eu quero que você pense o seguinte: 

Pôncio Pilatos lavou as mãos, mas não para se abster do julgamento e sim porque não tinha autoridade suficiente para julgar quem estava ali, na sua frente.

Todo sofrimento passado na cruz, toda dor e todo sentimento de perda, o Cristo já tinha experimentado quando Adão preferiu pecar a seguir a vontade do Pai. 

No entanto, Cristo, buscava apenas fazer a vontade do Pai.

Não foi Deus quem exigiu que Cristo morresse na cruz, foi o homem com seu pecado, quem pendurou Jesus no Madeiro

A imagem da cruz deve ser perturbadora.

Sim, a imagem da cruz deve ser perturbadora.

Pensar que foi para que nós fôssemos salvos da destruição eterna e ainda entender que este era o único modo pelo qual Cristo poderia nos salvar realmente deve ser perturbador.

Mas não por causa da crueldade, nem tampouco pelo sangue inocente derramado.

A morte, que é muito mais terrível do que a cruz, foi vencida. 

E para aqueles que pensam apenas no sofrimento humano que a cruz proporcionava, quero lhe dizer que um crucificado gastava em média uma semana para morrer. 

Pense comigo, geralmente o crucificado ficava lá pendurado por dias (dia e noite) com o sangue escorrendo, com os corvos bicando os olhos e a cabeça, os cães lambendo os pés, insetos pousando sobre as feridas e os vermes brotando por todos os lados.

Ainda assim, os crucificados buscavam algum jeito de sobreviver aquela tortura. alguns bebiam do próprio sangue para matar a sede e outros suportavam ao máximo a fome que os assolavam. 

Os crucificados morriam, em geral por sufocamento, pois por não suportarem mais as dores, feridas, infecções e toda sorte de males que vinham, acabavam por se entregar à morte, como o último alívio diante de todo sofrimento físico e angustiante da cruz.

Muitos crucificados sofreram muito mais do que Jesus na cruz, o apóstolo Pedro que o diga, pois além de ser crucificado, foi de cabeça para baixo.

Nisto vemos, que a cruz foi um catalisador, um estímulo a obra redentora de Deus, pois esta obra se inicia na eternidade e elimina a força do pecado que Adão cometera no passado e dá ao homem arrependido uma chance de Salvação e esta em Cristo.

As vitórias

A vitória sobre a cruz, pois ela não mata Jesus, mas ele quem determina a sua hora (tetelestai – está consumado!).

A vitória sobre a morte, pois Jesus não fica preso por ela, mas ressuscita. Detalhe, ressuscita e não é ressuscitado! Ninguém tem o poder de trazer o Cristo de volta dos mortos a não ser o próprio Cristo pois é ele quem tem o poder de vencer a morte.

E a assunção aos Céus que é de onde ele governa e detém toda autoridade que lhe é devida!

Somente são possíveis porque Jesus consegue cumprir a tarefa mais difícil que existia. 

Fazer somente a vontade do Pai.

É o que bem afirma o apóstolo Paulo em sua Primeira Carta aos Coríntios no capítulo 15, versículos 45 ao 58

1ª Coríntios 15. 45-58

Pois assim está escrito: “O primeiro homem, Adão, se tornou um ser vivente.” Mas o último Adão é espírito vivificante.

O que vem primeiro não é o espiritual, e sim o natural; depois vem o espiritual. O primeiro homem, formado do pó da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.

Como foi o homem terreno, assim também são os demais que são feitos do pó da terra; e, como é o homem celestial, assim também são os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do homem terreno, traremos também a imagem do homem celestial. Com isto quero dizer, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o Reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.

Eis que vou lhes revelar um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade e o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “Tragada foi a morte pela vitória.”

“Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?”

O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sejam firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o trabalho de vocês não é vão.

O Verdadeiro Evangelho é inconfundível, pois o amor de Deus, se manifesta em Cristo

Agora que expusemos um pouco de nossa visão sobre o verdadeiro sacrifício de Cristo, fica um pouco mais fácil falarmos sobre o porquê o Evangelho de Jesus Cristo não é mais uma ideologia.

O homem, ser trazido para junto de Deus e encontrar a verdadeira salvação não pode jamais ser fruto da imaginação humana.

Veja bem como são os ideais de felicidade do homem. Todos eles não passam de pura utopia.

Além de utopia, a ideologia sempre pertence a um período que se estende pelo tempo de vida e governo de seus idealizadores.

Ok, você pode me dizer que o plano de Deus também se estende pelo tempo, ou melhor dizendo, pelo período de existência de Deus e que categoricamente, poderia ser uma utopia também, visto que a eternidade é um conceito.

Bom, aí é que vemos que não precisamos de ter mais tempo de experiência para responder esta pergunta também. 

A verdade é que em se tratando de governo divino, nós vemos que ele não é impositivo, como as ideologias costumam trabalhar. 

Você não é obrigado a aceitar a Jesus como seu salvador, muito menos é obrigado a viver uma vida cristã. 

A promessa é para aqueles que creem.

E Se você não crer, não adianta participar de qualquer grupo cristão que exista. 

É como está escrito: “Se tu creres, verás a glória de Deus!”

Quero indicar alguns livros para sua meditação:

A Oração no Novo Testamento de Oscar Culmann

A mensagem central do Novo Testamento de Joachim Jeremias

Você encontra estes livros nas melhores livrarias teológicas.


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Pr Miquéias Tiago

O Pr Miqueias Tiago é teólogo, poimênico, psicopedagogo, escritor, blogueiro, Youtuber, professor de teologia, coach em desenvolvimento eclesiástico, empresarial e humano. Esposo, pai e pastor.

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